No dia 05 de outubro vencem as concessões de importantes emissoras de televisão do país, as cinco da Rede Globo - São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Brasília, as da Band, Gazeta, Record e TV Cultura de São Paulo, entre outras. Para continuarem operando os canais que lhe foram outorgados pelo Estado, o governo federal precisa autorizar e o Congresso Nacional sancionar essa renovação.
O jornalista e professor da USP, Laurindo Leal Filho, em entrevista publicada no site Vermelho, ressaltou a ausência de um marco regulatório para o setor, os fortes interesses políticos e econômicos que entravam o avanço do debate e o poder que a Rede Globo exerce nesse cenário. “É o grande partido político do Brasil, das classes dominantes”.
Leia a entrevista: http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=24962
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Regulamentação do PED 2007
Já está disponível no site do PT as regras para o Processo de Eleições Diretas marcado para dezembro deste ano. Importante os companheiros conferirem:
http://www.pt.org.br/sitept/index_files/noticias_int.php?codigo=3072
http://www.pt.org.br/sitept/index_files/noticias_int.php?codigo=3072
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Exposição de fotos da campanha de Lula de 1989
Vale a pena conferir a exposição de fotos e material de campanha de Lula na histórica eleição de 1989. A Fundação Perseu Abramo mais uma vez contribui para o registro de momentos importantes que faz-nos lembrar de nossa trajetória política durantes os 27 anos de PT.
http://www2.fpa.org.br/portal/modules/news/index.php?storytopic=1684
http://www2.fpa.org.br/portal/modules/news/index.php?storytopic=1684
Senado: PSDB deu apoio unânime à manutenção do voto fechado
O PSDB foi o único partido que votou de forma unânime contra a proposta de emenda constitucional que, em 2003, tentava instituir o voto aberto no Congresso Nacional.
A constatação é do deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR), que aponta a incoerência da bancada tucana, que nas últimas semanas passou a criticar sistematicamente o voto secreto.
"Nenhum senador do PSDB votou a favor do voto aberto, fato que revela a incoerência e oportunismo que movem a oposição ao governo Lula", avalia Dr. Rosinha. "Além de incoerentes e oportunistas, os tucanos mostram-se demagogos."
De autoria do senador Tião Viana (PT-AC), a emenda em questão, de número 38/2000, foi derrotada em plenário em votação nominal no dia 13 de março de 2003, por 39 votos a 30. Três senadores se abstiveram. Outros nove se ausentaram da sessão.
Entre os votos contrários à proposta do voto aberto, sete foram dados por senadores do PSDB: Arthur Virgílio (AM), Antero Paes de Barros (MT), Eduardo Azeredo (MG), Leonel Pavan (SC), Reginaldo Duarte (CE), Sérgio Guerra (PE) e Tasso Jereissati (CE). Então filiado ao PSDB, Romero Jucá (RR) se absteve. Hoje crítico de Renan Calheiros (PMDB-AL), o tucano Álvaro Dias (PR) foi um dos que preferiram se ausentar da votação.
Na ocasião, conforme registro do Diário do Senado, a maioria das demais bancadas se dividiu entre votos favoráveis e contrários à proposta. No PFL (hoje DEM), 13 senadores votaram contra o voto aberto; outros dois, a favor. No PMDB, 14 votaram contra; seis, a favor.
Entre os grandes partidos, a exceção foi o PT — todos os 13 senadores petistas votaram pelo voto aberto.
Na condição de líder do PSDB, Arthur Virgílio fez um longo discurso a favor do voto secreto.
“O voto secreto é um instrumento que deixa o parlamentar, seja senador, deputado federal ou estadual ou vereador, a sós com sua consciência, em uma hora que é sublime, em que vota livre de quaisquer pressões”, declarou o tucano.
“Votarei a favor da manutenção do instituto do voto secreto, que, a meu ver, tem muito mais méritos do que deméritos”, concluiu.
Outras figuras expressivas da oposição também votaram contra o voto aberto, entre elas o ex-vice-presidente Marco Maciel (DEM-PE) e o ex-presidente do DEM, Jorge Bornhausen.
"Sem meias-palavras: tucanos e pefelistas são os grandes culpados pelo fato de o voto secreto continuar em vigor no parlamento brasileiro", sentencia Dr. Rosinha. Vice-presidente do Parlamento do Mercosul, o deputado petista participa esta semana do 3º Fórum Parlamentar Íbero-Americano, em Valparaíso, no Chile.
fonte: www.pt.org.br
A constatação é do deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR), que aponta a incoerência da bancada tucana, que nas últimas semanas passou a criticar sistematicamente o voto secreto.
"Nenhum senador do PSDB votou a favor do voto aberto, fato que revela a incoerência e oportunismo que movem a oposição ao governo Lula", avalia Dr. Rosinha. "Além de incoerentes e oportunistas, os tucanos mostram-se demagogos."
De autoria do senador Tião Viana (PT-AC), a emenda em questão, de número 38/2000, foi derrotada em plenário em votação nominal no dia 13 de março de 2003, por 39 votos a 30. Três senadores se abstiveram. Outros nove se ausentaram da sessão.
Entre os votos contrários à proposta do voto aberto, sete foram dados por senadores do PSDB: Arthur Virgílio (AM), Antero Paes de Barros (MT), Eduardo Azeredo (MG), Leonel Pavan (SC), Reginaldo Duarte (CE), Sérgio Guerra (PE) e Tasso Jereissati (CE). Então filiado ao PSDB, Romero Jucá (RR) se absteve. Hoje crítico de Renan Calheiros (PMDB-AL), o tucano Álvaro Dias (PR) foi um dos que preferiram se ausentar da votação.
Na ocasião, conforme registro do Diário do Senado, a maioria das demais bancadas se dividiu entre votos favoráveis e contrários à proposta. No PFL (hoje DEM), 13 senadores votaram contra o voto aberto; outros dois, a favor. No PMDB, 14 votaram contra; seis, a favor.
Entre os grandes partidos, a exceção foi o PT — todos os 13 senadores petistas votaram pelo voto aberto.
Na condição de líder do PSDB, Arthur Virgílio fez um longo discurso a favor do voto secreto.
“O voto secreto é um instrumento que deixa o parlamentar, seja senador, deputado federal ou estadual ou vereador, a sós com sua consciência, em uma hora que é sublime, em que vota livre de quaisquer pressões”, declarou o tucano.
“Votarei a favor da manutenção do instituto do voto secreto, que, a meu ver, tem muito mais méritos do que deméritos”, concluiu.
Outras figuras expressivas da oposição também votaram contra o voto aberto, entre elas o ex-vice-presidente Marco Maciel (DEM-PE) e o ex-presidente do DEM, Jorge Bornhausen.
"Sem meias-palavras: tucanos e pefelistas são os grandes culpados pelo fato de o voto secreto continuar em vigor no parlamento brasileiro", sentencia Dr. Rosinha. Vice-presidente do Parlamento do Mercosul, o deputado petista participa esta semana do 3º Fórum Parlamentar Íbero-Americano, em Valparaíso, no Chile.
fonte: www.pt.org.br
Resoluções do 3° Congresso do PT
Divulgado no site do PT as resoluções aprovadas no 3° Congresso do partido ocorrido em São Paulo durante os dias 31 de agosto e 1 e 2 de setembro. Os textos expõem as decisões partidárias sobre "O Brasil que queremos", "O socialismo petista" e "PT: Concepção e Funcionamento".
http://www.pt.org.br/sitept/index_files/noticias_int.php?codigo=3091
http://www.pt.org.br/sitept/index_files/noticias_int.php?codigo=3091
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
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