terça-feira, 15 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Partido dos Trabalhadores convoca para o V Congresso Nacional
"O que está em causa neste momento da vida do PT e do Brasil é a continuidade do processo que desatamos com a posse do presidente Lula em janeiro de 2003 e prossegue liderado pela presidenta Dilma Rousseff que conferiu a estatura que nos corresponde no cenário internacional; de ampliar as conquistas da cidadania às classes populares; de reacender a esperança no coração de milhões de brasileiros", destaca em nota.
Na opinião do PT, o País vive uma onda de "criminalização da política" que fomenta "o sonho de uma democracia sem povo". "Não nos combatem pelo que temos em comum com eles. Nos combatem pelo que trouxemos de novo, de inédito, de ousado, de generoso", afirma lembrando o legado do ex-presidente Lula e a continuidade do projeto político com o governo da presidente Dilma Rousseff.
Congresso Nacional do PT
Na convocatória do V Congresso Nacional do PT, que ainda não possui data definida, e que deve acontecer em Brasília, a legenda ainda lembra a retomada do crescimento econômico combinado com a geração de emprego, estabilidade econômica, com o aumento das reservas internacionais, e distribuição de renda.
"A desigualdade não era apenas uma perversão de nosso sistema social, mas um mecanismo de dominação política que se revelou ´eficaz´ para as classes dominantes por séculos. Por isso, é tão importante a plena realização da reforma agrária, capaz de atingir um dos pilares da desigualdade", destaca.
Diretório Nacional do PT realiza encontro nacional de prefeitos dia 28
Prefeitos e prefeitas do PT estarão na capital federal para participar de um encontro nacional promovido pelo Governo Federal nos dias 28, 29 e 30 de janeiro. A direção do Partido aproveita o momento para reunir petistas que estão à frente das administrações municipais em todo o País.
De acordo com a SNAI, o objetivo da reunião será discutir o papel e a organização de petistas que estão à fente de administrações municipais e também articular a sua participação no evento promovido pelo governo Dilma.
A reunião ocorrerá às 10 horas do dia 28 de janeiro, na sede do Diretório Nacional do PT, em Brasília (SCS, Quadra 2, Bloco C, 256, Edifício Toufic, Plano Piloto).
O diretório municipal ou zonal que deseja participar do PED 2013 terá de realizar três eventos durante todo o ano para discutir Programa e Estratégia partidária; Conjuntura nacional e internacional; Tática, política de alianças, programa para as eleições 2014; e construção partidária e plano de ação. A lista de presença será atualizada on-line e, nos casos em que não houver acesso à internet, poderá ser enviada pelos correios até o dia 16 de agosto.
Este será o primeiro PED em que as regras aprovadas durante o último Congresso Extraordinário do PT passarão a valer, como a paridade entre homens e mulheres nos cargos eletivos e de cota geracional de 20% para membros com idade inferior a 30 anos. O mandato dos membros efetivos e suplentes das direções partidárias, dos Conselhos Fiscais e das Comissões de Ética eleitos será de quatro anos.
Para acessar a íntegra do documento clique aqui.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Fortaleza: Campo Democrático reafirma apoio à candidatura de Camilo Santana

Em documento, tendência estadual ligada a Construindo um Novo Brasil se posiciona contra a realização de prévias e defende debate sobre projetos a partir de encontros
O Campo Democrático apresentou, na última sexta-feira (24) o manifesto PELA UNIDADE DO PT EM FORTALEZA. No documento, a ala do PT cearense ligada nacionalmente a Construindo um Novo Brasil, tendência a qual o ex-presidente Lula milita internamente, defende a pré-candidatura do secretário das Cidades Camilo Santana e critica a tese de que a realização de prévias é a melhor saída para definição do candidato do PT na disputa pela Prefeitura de Fortaleza.
“Enquanto a prévia escolhe um nome, o encontro discute tese e projeto, ou seja, a prévia personaliza a discussão e o encontro consolida o nome que sair escolhido ao final do processo, fazendo com que o projeto seja construído coletivamente e assumido por todos”, explica o manifesto. A realização de prévias dentro da legenda, pelo que pondera o manifesto, fragiliza o partido, acirra ânimos e reascende “divergências pontuais”.
O manifesto lançado pelo Campo Democrático, a partir de discussões com a militância, acentua a importância da manutenção do arco de alianças que dá sustentação aos governos de Dilma e Cid Gomes no embate eleitoral e pontua a orientação do PT nacional de lançar o maior número de candidatos petistas em 2012. “Não há divergências sobre uma candidatura própria e nenhum questionamento à decisão da Prefeita Luizianne Lins coordenar esse processo de escolha”, pondera.
“A manutenção da base aliada não pode ser apenas discurso, mas decisão política que se materializa em gestos e ações, numa demonstração de respeito aos aliados e de reconhecimento de sua importância para a solução dos graves problemas de nossa cidade”, completa.
Entre os signatários do Manifesto Pela Unidade do PT em Fortaleza estão: deputado federal José Guimarães (PT/CE) e Sônia Braga, membros do Diretório e Executiva Nacional do PT; Joaquim Cartaxo, Fátima Bandeira e Ícaro Gaspar, do Diretório Estadual; e Mônica Martins, do Diretório Municipal.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Um PT que se renova
O Partido dos Trabalhadores surge da necessidade sentida por milhões de brasileiros de intervir na vida social e política do país para transformá-la. A mais importante lição que o trabalhador brasileiro aprendeu em suas lutas é a de que a democracia é uma conquista que, finalmente, ou se constrói pelas suas mãos ou não virá.
Manifesto de Fundação, 10/02/1980
Pode ser redundante, mas nunca ocioso, ressaltar os diferenciais da experiência petista de construção partidária. Neste fim de semana que passou, mais uma vez, pudemos nos orgulhar da democracia que construímos e da vitalidade que se renova, a cada novo período de lutas do Partido dos Trabalhadores.
Quase mil e trezentos delegados, de todos os estados do Brasil, do campo e da cidade, de todos os extratos sociais, representando mais de 500 mil filiados que votaram no último PED. O debate da Reforma Estatutária foi precedido de um largo período de elaboração pela Comissão eleita pelo Diretório Nacional, e outro de emendas apresentadas pelos filiados, dirigentes e pelas chapas do PED 2009.
No sábado, por mais de seis horas, a comissão sistematizou as emendas e preparou o relatório com 42 itens de votação, que muitos duvidaram se conseguiríamos votar até o fim da noite. Mas, ao iniciar a sessão, pudemos sentir a vibração dos delegados, voto por voto, conscientes e dispostos a manifestar suas posições. Com uma ou duas defesaspara cada uma das posições em cada votação, não houve um só momento em que o plenário parecesse disperso ou desinteressado.
Aprovamos a proposta da Comissão de condicionalidade para o novo filiado, que deverá participar de uma plenária de apresentação do PT, seus valores, programas e projetos, direitos e deveres. Mas o plenário superou a Comissão e aprovou a condição também para os já filiados, que só terão direito de voto, se participarem de uma atividade partidária, ao menos, a cada ano. Todos deverão contribuir semestralmente para o PT e essacontribuição poderá vir de uma atividade coletiva, se assim a instância de base decidir.
Não haverá mais a quitação no dia do voto, mas o prazo de 90 dias, vai organizar e das transparência plena aoprocesso de contribuição e participação. Reafirmamos o PED como conquista democrática do PT e consolidamos o mandato de quatro anos, para dar mais tempo para que as direções planejem e implementem suas estratégias. Aprovamos a lista pré-ordenada para nossas direções, coerentemente com nossa posição na reforma política, assim como o financiamento institucional de nossas eleições internas.
Demos um grande exemplo ao Brasil, com a paridade de gênero, um dos momentos mais emocionantes do nosso Congresso, no qual homens e mulheres ousamos em nossa organização. Da mesmaforma, instituímos critérios etários e étnico-raciais, que colocam o PT na vanguarda das políticas afirmativas.
Criamos uma nova regra para a realização de prévias, permitindo que os diretórios discutam sua conveniência, e deliberem por maioria qualificada, a fim de evitar artificialismos políticos que prejudiquem o partido. Regulamentamos nossa organização da Juventude, consolidando as deliberações congressuais.
Mesmo no tema de limitações dos mandatos, que encaminhei contrariamente por acreditar que não é o remédio correto para um diagnóstico que fazemos sobre os mandatos parlamentares petistas, é inegável que a sinalização é positiva: o PT não quer ser um partido de deputados e senadores, nem de mandatários executivos ou dirigentes partidários. O PT é da militância, dos movimentos e das ruas, dos locais detrabalho e das vilas, da juventude e das mulheres e homens, de todas as etnias, idades e regiões, que entregam ao futuro um novo estatuto, mais moderno e mais participativo, para um partido de massas, conforme pregava o nosso manifesto de fundação, documento que deve estar sempre em nossas consciências.
Dep. federal Ricardo Berzoini (PT /SP), ex-presidente do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores
